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Brasilia,24/02/2026

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PARALISIA ADMINISTRATIVA: O ABANDONO DA GETÚLIO VARGAS VIROU O SÍMBOLO DA INEFICIÊNCIA EM FERNANDÓPOLIS-SP

Entre a lama e o descaso, gestão atual ignora ponto crítico no Jardim Barbosa; moradores questionam se a cidade ainda possui comando ou se o povo terá que assumir o trabalho da prefeitura.

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PARALISIA ADMINISTRATIVA: O ABANDONO DA GETÚLIO VARGAS VIROU O SÍMBOLO DA INEFICIÊNCIA EM FERNANDÓPOLIS-SP


FERNANDÓPOLIS – O que deveria ser um cartão postal e uma via de escoamento vital para o progresso de Fernandópolis transformou-se em um monumento ao abandono. A Avenida Getúlio Vargas, especificamente no cruzamento com a Avenida Toshio Massuda, no Jardim Barbosa, tornou-se o epicentro de uma crise de zeladoria que expõe o que críticos e moradores classificam como a "assinatura da ineficiência" do atual Poder Executivo.

O Retrato do Descaso

O acúmulo de terra e detritos no asfalto não é apenas um problema estético; é um risco iminente. Pedestres e ciclistas que utilizam a pista para saúde e lazer são obrigados a lidar com a lama em dias de chuva e a poeira sufocante em dias secos. A proximidade com um grande supermercado atacadista só acentua o contraste: de um lado, o setor privado investindo; do outro, a prefeitura falhando no básico.


Incapacidade ou Omissão?

A pergunta que ecoa nas esquinas de Fernandópolis é dura: o prefeito não consegue ou não quer resolver um problema de limpeza urbana tão elementar? Em um cenário onde o salário do chefe do executivo chega a R$ 28 mil, a manutenção de uma avenida sem barro parece ser o mínimo esperado por quem paga seus impostos.

Fontes locais e contribuintes arrependidos já sugerem, em tom de desespero e ironia, que se o poder público não agir, o povo terá que pegar pás e enxadas para fazer o trabalho que os 13 vereadores, o vice-prefeito e o prefeito parecem ignorar ao passar pelo local.


O Ultimato de Fevereiro

A situação chegou a um ponto de ruptura. A cidade, que parece "viver na areia movediça" administrativa, não aceita mais desculpas. A crítica é severa: se até o fechamento desta semana de fevereiro de 2026 a Getúlio Vargas não for devidamente limpa e recuperada, ficará provada a total incapacidade de gestão.

Em qualquer democracia madura, a incapacidade de realizar o básico justificaria um pedido de renúncia. Em Fernandópolis, por enquanto, o que se vê é uma cidade que se sente jogada à própria sorte, feia e abandonada, enquanto as autoridades parecem esperar que a terra desapareça por milagre, e não por trabalho.





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