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Brasilia,10/05/2026

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Morte de peixes na Represa Beira-Rio levanta questionamentos em Fernandópolis-SP

Vídeo que circula nas redes sociais mostra animais mortos dias após soltura promovida pela Prefeitura; Secretaria do Meio Ambiente diz que taxa de mortalidade é considerada normal

PORTAL BRASIL SEM CENSURA
Morte de peixes na Represa Beira-Rio levanta questionamentos em Fernandópolis-SP © PORTAL BRASIL SEM CENSURA/Foto Arquivo


Fernandópolis (SP) — Um vídeo divulgado na noite de domingo (18) nas redes sociais e grupos de WhatsApp causou repercussão entre moradores da cidade ao mostrar a morte de diversos peixes na Represa Municipal Beira-Rio. Os animais haviam sido introduzidos no local na última quarta-feira, dia 14 de maio, como parte de uma ação ambiental promovida pela Prefeitura.

Diante da repercussão, o Portal Brasil Sem Censura questionou a Secretaria Municipal de Comunicação (SECOM), que encaminhou a resposta oficial do Secretário de Meio Ambiente, Carlos Oliveira.


“Estudos sobre piscicultura relatam que é considerado normal e admissível um índice de mortandade entre 5% e 20% dos peixes introduzidos em represas naturais ou seminaturais, como é o caso da Represa do Beira-Rio", afirmou o secretário.


A nota explica ainda que a morte de parte dos peixes pode estar ligada a fatores como choque térmico, mudanças de pH, estresse por transporte e dificuldade de adaptação alimentar.


“Os peixes vieram de criadouros, onde se alimentavam exclusivamente de ração. A Prefeitura vai utilizar ração no local para facilitar esse processo de adaptação”, concluiu Oliveira.


A ação de repovoamento da represa faz parte de projetos voltados à revitalização ambiental e ao estímulo ao lazer no município. No entanto, moradores expressaram preocupação com a possibilidade de falhas no manejo ou na logística da soltura dos peixes.

Até o momento, não há informações sobre fiscalização ambiental ou exames que possam atestar a real causa da mortandade. A prefeitura não mencionou a possibilidade de nova soltura de peixes ou medidas corretivas adicionais.

A situação segue sendo acompanhada pela população e imprensa local, que cobram transparência, responsabilidade técnica e cuidados adequados com os recursos ambientais da cidade.


Resposta na integra 

''Sobre a morte de parte dos peixes introduzidos na Represa Municipal, o Secretário do Meio Ambiente, Carlos Oliveira, dá a seguinte explicação: “Estudos sobre psicultura relatam que é considerado normal e admissível um índice de mortandade entre 5% e 20% dos peixes introduzidos em represas naturais ou seminaturais, caso da Represa do Beira-Rio. Essas mortes de peixes podem ter ocorrido por diversas causas, como choque térmico, mudanças bruscas de pH, estresse por transporte. Outra hipótese é a adaptação alimentar, pois os peixes vieram de criadouros, onde se alimentavam exclusivamente de ração. A Prefeitura vai usar ração para facilitar a adaptação dos peixes”.





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